PS: Preciso contar uma
historinha para entenderem o porque dessa musica.. Como todos sabem
eu tenho uma relação de amizade com beneficios com um italiano o
Apollo, somos amigos a 15 anos, à algumas semanas atras recebi esse
video com uma declaração maravilhosa dele, confesso que quando
ouvia a musica achei muito brega, mais enquanto estava lendo a
declaração que Apollo me fazia, prestei atenção na letra da musica
e não aguentei e cai em prantos porque qual mulher não adoraria
receber uma declaração de amor ainda mais em italiano é lindissima,
e então resolvi ,escrever uma prosa poetica Amore Mio. Hoje ele
esta na Italia mais se pudesse voaria imediatamente so para ficar
com ele.
♥♥♥Em
Algum Lugar do Passado♥♥♥
(Ataide e Alexandre)
Eu te esperava que coisa
incrível Se eu nem te conhecia, mais eu te
espereva Nunca te vi, mais mesmo assim contava
os dias Como se fosse combinado Em outra vida, algum lugar lá no
passado Nós dois marcamos eu já
sabia
Não são dez, nem vinte
anos Pra crescer dessa
maneira Um amor pra ser tão
grande Leva mais que a vida
inteira
O nosso caso não é
acaso Tenho certeza que não começou
aqui O amor da gente já vem de
longe Me apaixonei, primeiro amei, depois
nasci
Anne Arkell estava de férias em
Paris a cidade Luz precisamente no Marais, um dos bairros mais
simpáticos foi quando entrou no bistrô Le Régalade, para tomar um
delicioso café, era inicio do inverno, a neve caia bem
fininha mais intensa, pediu um café completo com aqueles pãezinhos
maravilhosos.
Tirou seu chapéu, as luvas e o
casaco, no fundo tocava uma musica clássica muito aconchegante, foi
quando aproximou, aquele homem de uns 35 anos, loiro, alto, olhos
azuis e um físico esbelto muito cheiroso com uma voz grave
disse:
-S'il vous plaît fille ne peut lui
tenir compagnie
-Vous parlez français
-Je parle très peu de juste
l'essentiel , je suis brésilienne
Uh! lá lá,que bom eu sou francês ,
falo português fluentemente passei minha infância no Brasil meus
avos são brasileiros, prazer sou Darden Lè Freeveè e você Anne
Arkell, permitiu que ele poderia acompanha-la , já que não
tinha companhia, já que estava sozinha de férias, tomaram café e
marcaram de encontrar-se a noite para o jantar se despediram ela
foi para o Le Bristol, hotel onde estava hospedada, já que ganhou
essa viagem como premio da empresa multinacional onde trabalha .
Tomou um banho e descansou para estar bem para o jantar de
logo mais a noite, as 21 hs. em ponto Darden veio busca-la, foram
ver o espetáculo no Moulin Rouge, depois foram jantar no Lasserre
restaurante ultra elegante jantar a luz de velas, um cardápio
perfeito, regada a uma champagne deliciosa, conversaram sobre
as suas vidas trabalho a situação econômica na Europa,
coisas em comum, a noite foi perfeita maravilhosa, por volta das 2
da madrugada, Darden deixou Anne no hotel, marcaram de
tomar o café da manhã juntos .Por volta das 11 da manhã , Darden
subiu a suíte e disse: Anne você esta mais linda essa manhã, seus
olhos cor de mel acentuando sua pele morena e os cabelos castanhos
ondulados te deixam muito atraente, você é o tipo de mulher que
logo chama atenção, Darden a pegou pelas mãos dizendo que
iria fazer uma surpresa, não iriam ao bistrô, vamos tomar
café na minha casa.
Anne achou melhor não ir ficou
constrangida, afinal se conheceram a um dia, ela nem o
conhecia direito, mais afinal que mal teria tomar um café da manhã
em sua casa Darden só queria ser gentil.
Ao chegarem a sua casa, um
apartamento enorme lindíssimo na Avenida Champs-Élysées , quem os
recebeu foi o mordomo Jean Cloude , um senhor alto, magro, todo
emplumado, pegou seu casaco e cumprimentou bonjour mme,
Darden a apresentou ao mordomo e falou que ele esta na família a
mais de 50 anos, como seus pais morreram quando ele ainda jovem,
quem criou Darden foi Jean Cloude ele o considerava como seu pai,,
Darden pegou sua mão , levou para conhecer seu apartamento, ficou
encantada com o luxo, os lustres os moveis , a decoração, tomaram
café na varanda enorme cheia de flores , uma mesa muito bem posta
servida de coisas deliciosas um café da manhã digno de um rei, em
seguida dirigiram-se para a sala de estar, a lareira acesa e Darden
a olhou profundamente abraçou com força lhe deu um
longo beijo, trocaram varias caricias, ela relutou a principio mais
aquele homem, lindo, educado elegante, um físico maravilhoso e
ainda por cima rico, que mais Anne poderia querer, se entregou aos
desejos , fizeram amor no tapete em frente a lareira, foi uma
loucura , a experiência mais gostosa da sua vida, quando por
conta acabou passando a noite com ele.
Fizeram amor varias vezes um sexo
totalmente diferente do que já tinha feito, carinhoso e ao mesmo
tempo selvagem ele tinha um jeito especial em suas caricias, tem um
ditado que os franceses são especialistas em beijo, é um fato
constatado, o beijo francês é o melhor beijo do mundo, amanheceu já
era tarde ela tomou um banho vestiu-se, foi quando o mordomo
entrou e Darden pediu para o motorista levar Anne ao hotel arrumar
as malas ela vai ficar hospedada aqui em casa, foi rapidamente ao
Le Bristol, arrumar as malas, viveu dias maravilhosos na
companhia de Darden, foi logo ambientando-se com a casa os
criados.
Dentro da sala da biblioteca, tem
uma porta, e estava trancada, achou estranho já que todos esses
dias a casa do Darden todas as portas ficam abertas, tentou abrir
mais não conseguiu, quando Jean Cloude entrou com uma bandeja de
chá , Anne perguntou por que aquela porta estava fechada a chaves,
o que tinha naquela sala, o mordomo respondeu não sei Mme. deve ser
relíquias da família Lé Freevé, mais indagou ninguém entra
nessa sala , nem pra limpar, Cloude falou não madame só o patrão
tem a chave e os empregados estão trabalhando com M. Darden a
muitos anos e respeitam as ordens. Ficou encucada com aquela porta
fechada, e o que tem de tão importante lá dentro?
No jantar perguntou a Darden o que
tinha por trás daquela porta misteriosa, ele ficou irritadíssimo,
levantou da mesa sem terminar o jantar, desconversou pegou a taça
de vinho e foi ate a biblioteca, ela imediatamente atrás
dele, mais quando a viu falou, me deixa sozinho, não pergunte mais
nada sobre essa porta fechada, e me deixa sozinho, quero ficar
sozinho, praticamente a expulsou de lá, mais queria saber
porque se irritou tanto, ele se descontrolou e disse saia já estou
mandando.
Foi para o aposento se recolher
mais apreensiva com todo aquele mistério, depois de algumas horas
ele veio deitar-se e logo adormeceu já que tinha tomado 3 garrafas
de vinho, no dia seguinte ele saiu logo pela manhã, e trouxe uma
moldura de quadro bem grande muito bonita toda trabalhada em
dourado e veludo vermelho no fundo, pra que essa moldura cherry,
indagou Anne, Darden respondeu é para colocar uma foto sua, logo em
seguida chegou um fotografo, começou a fotografar mais ela
estava de camisola ainda, nem estava arrumada, cabelo meio
despenteado, não gostou nem um pouco, queria se arrumar ,
mais Darden não deixou, porque disse que ela estava linda assim,
lembrou Anne quando fui ao hotel te buscar disse que você
estava linda lembra cherry, achou estranho mais tudo bem
tiraram as fotos e o fotografo disse que entregaria logo mais a
tarde.
Foram almoçar e fizeram amor a
tarde inteira, a noite foram pra suíte dormir, ela não conseguia
pregar os olhos encucada com a moldura as fotos a sala fechada,
levantou da cama bem devagarinho e foi ao closet, procurar nos
bolsos nas gavetas para ver se achava a chave, foi quando
esbarrou no hobby que caiu no chão, fez um barulho, era a chave,
pegou e foi para a biblioteca, descobrir o que tinha lá ,
entrou fechou a porta e logo abriu a tal porta secreta,
estava com medo mais com muita curiosidade, e não sabendo o que
iria encontrar, adentrou era uma sala enorme com uma cama de
casal estilo colonial coberta com um pano branco tipo acetinado
mais bem fino, em cima da cama uma roupa do século XVII tipo das
damas antigas um vestido lindo cheio de babados, fitas mangas
bufantes, logo que virou de costas varias molduras com fotos de
mulheres vestidas de camisola iguais as dela, e com o mesmo
vestido que estava em cima da cama, mais todas com fisionomia
semelhante ficou paralisada ao ver que as mulheres todas se
pareciam com Anne, os olhos, cabelos ,tipo físico tudo batia com
sua aparência, eram mais ou menos umas 12 molduras com varias fotos
de mulheres, com plaquinhas escrito o nome Anne foi quando ouviu
passos na sua direção era o mordomo Cloude, madame Anne, saia já
dai se M. Darden souber que a madame entrou ai, você estará
correndo risco de ser a próxima vitima, já que ele se apaixonou por
você, e ate agora não te fez mal nenhum , ficou apavorada com muito
medo, saiu correndo pela porta pensando em sumir daquele lugar, já
estava quase na porta de saída quando foi abordada por Darden,
segurou forte pelos braços, olhando fixamente disse você não
sai mais daqui colocou um lenço com formol em seu rosto, desmaiando
logo em seguida, quando acordou estava deitada amarrada em
cima da cama e vestida com aquele vestido antigo, Darden com um
olhar fixo e gélido, tirou a mordaça da sua boca e começou a
beija-la com violência, Anne catatônica sem corresponder começou a
gritar por socorro, foi quando Jean Cloude entrou com uma adaga em
uma bandeija , gritava desesperadamente não me mate
Darden eu imploro, foi quando Anne desmaiou novamente e não viu
mais nada.
Quando recobrou os sentidos estava
na cama do quarto do hotel, semi nua, chamou logo o gerente que
comunicou ao inspetor de policia que logo estava em seu quarto ela
chorando muito, nervosa, mal conseguia pronunciar as palavras, e
contar o acontecido, tinha um medico examinando lhe deu um
calmante, contou tudo com detalhes ao inspetor, logo ele saiu em
diligencia ao endereço de Darden Lé Freevé.
Não demorou muito o inspetor de
policia voltou Mme Anne, me desculpe mais nesse endereço não tem
nenhum edifício de apartamento, muito menos uma casa, nesse
endereço tem um bistrô.
Le Régalade, nunca foi endereço
residencial o bistrô esta la a mais de 30 anos, mais só pode estar
brincando inspetor Charles, mal conseguia ficar em pé de tanto que
tremia, mais eu passei mais de 2 semanas lá como pode ser possível
que não tenha nada lá, fez novamente uma descrição completa
do lugar os objetos o mordomo os criados, eles saíram em diligencia
novamente retornaram em seguida , o inspetor resolveu perguntar aos
porteiros já que Darden esteve no hotel para buscá-la e subiu a
suíte, foi quando o porteiro e o recepcionista do hotel, afirmaram
que Anne, nunca saiu do hotel, inclusive fez as refeições na suíte,
pode perguntar as camareiras que só entravam em seu quarto todos os
dias após as 11hs para arrumar a suíte, enquanto Anne tomava seu
banho. O inspetor estranhou tudo aquilo, já que não tinha nenhum
sinal de violência física. Então o inspetor Charles indagou Mme
Anne, você deve ter sonhado e fez confusão com o sonho, às vezes
parece tão real que acabamos confundindo e ficando ate atordoados
tipo pesadelo.
Ela não podia aceitar , tudo
foi real , naquela casa existe um assassino um seria killer, e o
mordomo e os criados sabem de tudo ,foi quando interrompeu a
conversa , Mme Anne a família Lè Freevè, todos já morreram a muitos
anos, não tem mais ninguém o ultimo descendente morreu a mais de 50
anos , mais ela repetia varias vezes, mais a sala secreta as
mulheres nas molduras, Darden o mordomo Cloude, Anne chorava muito,
descontrolada, gritava são assassinos.
O inspetor então viu Anne confusa
e achou melhor ela voltar ao Brasil, confusa, cansada e com muito
medo, as camareiras ajudaram arrumar as malas ela foi escoltada
pela policia ate o aeroporto ,pegou o avião chorando muito ,
adormeceu um sono bem profundo, quando abriu os olhos assustada
ainda, olhou para a poltrona ao seu lado, sentiu um perfume um
aroma conhecido, apavorada disse Darden Lè Freevè, aquele homem
olhou fixamente para ela e disse como sabe meu nome !. Ninguém sabe
até hoje do paradeiro de Anne já que nunca desembarcou em nenhum
aeroporto do Brasil. Será que foi real um sonho ou sobrenatural
onde está Anne Arkell.?
Lunna
Frank Direitos Autorais
Reservados
PS: Dedico esse conto ao meus queridos
amigos :
Marco Cravo http://escritornashorasvagas.arteblog.com.br
Andrea Costahttp://andreacosta-escritora.blogspot.com
Estou novamente na edição de Março/2012
com o poema Guerra e Paz, a revista Varal do Brasil n.13 teve como
tema Faça amor e não guerra, agradecer também pelo sucesso da
revista de Jan/12.
Para mim foi uma honra estar nessa
edição de março, ao lado de escritores como Clara Machado, Evelyn
Cieszynski, Jacqueline Aisenman, Luiz Carlos Amorim, Jose Hilton
Rosa e outras feras da literatura internacional tudo de bom que vem
acontecendo na minha carreira de escritora tem o carinho especial
de todos vocês, sempre me incentivando e elogiando meus
poemas.
Obrigada a todos pelos mimos,
comentários e as mensagens privadas . Quero comunicar a todos que
recebi o convite da diretora da revista para estar com meus poemas
em todas as edições da revista. Próxima edição n.14 será em Maio ,
com um conto emocionante!
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